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Nada Perante Tudo!

Nada perante tudo!

O ser humano é individualista, orgulhoso, egocêntrico e antropocêntrico por natureza. Somos assim, porém, temos a necessidade de viver em coletivo. O convívio social proporciona experiências fundamentais para o desenvolvimento de cada um. Tendo isso em vista, somos capazes de experimentar uma gama de emoções únicas, seja com a nossa ou com outras espécies. Sentimos medo, pena, ódio, tristeza, amor, etc. Os sentimentos fazem parte do espectro que compõe a linha vital de cada um de nós. São eles que nos tornam humanos, nos diferenciam de máquinas capazes de realizar os mesmos cálculos que nós e nos tornam sociáveis e compreensíveis.
Por que, então, dentre tantos sentimentos que nos tornam humanos, os mais prevalecentes são os egoístas e egocêntricos? Por que falta tanta compaixão, tanta simpatia?
Somos hipócritas por natureza. Observamos a miséria e a fome matar milhares de pessoas todos os anos, mas apenas observamos. Governos lutam para melhorar a situação, com suas medidas paliativas, mas os problemas continuam. Em casos menores, os problemas não são tão graves, mas falta compaixão e simpatia por parte de políticos que têm o total poder para mudar a situação.
O que será que falta para que nós, seres humanos, possamos compartilhar mais sentimentos de amor? Nos falta humildade. Humildade para encarar que todos nós somos iguais, e que não somos nada perante a grandeza do universo. Quando vamos perceber que a diferença racial, sexual e social são apenas diferenças? No final, todos nós somos a mesma coisa, seres humanos, egocêntricos e orgulhosos por natureza, e que terão o mesmo final trágico. Pelo menos alguma coisa temos em comum, não?
Imagine quantas disputas teriam sido evitadas, quantas guerras todo o mundo teria vencido, e o quanto seríamos mais desenvolvidos se um único sentimento tivesse transcorrido a história mais que os demais.
Seja mais apaixonado por sentimentos que realmente façam a diferença, e não que criem diferenças. No final, todos serão apenas uma lembrança. Como é que você pretende ser lembrado?

Autor: Israel Isaac

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